ESPECIALISTA DO SANTANDER FALA SOBRE O USO SEGURO DAS TRANSAÇÕES ON-LINE
SANTANDER FAZ CAMPANHA PARA O USO SEGURO DO CARTÃO ON-LINE E ALERTA SOBRE TRANSAÇÕES PELA INTERNET
Especialista do Banco fala sobre o uso seguro do Internet Banking
O Santander está fazendo, em seu portal, uma campanha para o uso seguro do Cartão de Segurança On-line, dispositivo que previne a ação de programas fraudulentos, chamados de cavalos-de-tróia. Uma vez instalados no computador do correntista, estes programas podem capturar e armazenar o conteúdo do que foi digitado no teclado, como senhas e códigos.
Daniel Ho, superintendente de Segurança da Informação do Santander, dá importantes dicas de segurança para usar o Internet Banking, validas para clientes e não clientes (veja abaixo). No caso específico do Cartão de Segurança On-line, ele alerta que o Banco nunca pede mais que uma senha do cartão em cada acesso e somente a solicita no momento de confirmar a transação. “Se ocorrer algo diferente disso, é um o fraudador está tentando se passar pelo Banco. Por isso, o usuário deve ficar sempre atento e desconfiar de procedimentos diferentes dos normalmente usados pela instituição bancária”, explica.
O Santander, inclusive, oferece um curso gratuito de segurança da informação para os internautas, clientes e não clientes, em seu portal www.santander.com.br, no link segurança, opção curso on-lne (e-learning).
Este ano também o banco lançou 13 vídeos que abordam o uso correto do internet banking e do cartão online, a proteção às senhas e a importância dos programas de antivírus e firewall, entre outras dicas estreladas pelo ator Paulo Goulart.
Uso seguro do Internet Banking
Nunca use computadores públicos para fazer transações bancárias ou compras, pois é difícil saber se têm antivírus atualizados. Se precisar usar computadores públicos, escolha um local de confiança.
Mantenha o antivírus de seu computador sempre atualizado e nunca clique nos links ou arquivos recebidos em mensagens não pedidas. Eles podem ter os chamados cavalos-de-tróia, que se instalam no computador e “roubam” os dados digitados pelo usuário, como, por exemplo, suas senhas bancárias.
Digite você mesmo, no navegador, o endereço do banco ou de outros sites que precisem de senha. Nunca entre nessas páginas a partir de links em outros sites na Internet.
Esteja certo de que ninguém está olhando enquanto você digita suas senhas. Encerre a sessão clicando no botão “sair” ou fechando o navegador.
Desconfie de e-mails com remetente e conteúdo duvidosos. Os golpistas podem usar endereços falsos, como, por exemplo, de instituições bancárias e órgãos governamentais, para chamar a atenção dos usuários.
Nunca responda e-mails que pedem seus dados bancários, como número de conta, agência e senhas.
Chame um técnico de sua confiança se você desconfiar que seu computador tem vírus.
Fonte: Santander/Imprensa
CONCURSO CULTURAL SANTANDER UNIVERSIDADES
O Concurso Cultural Santander Universidades está com inscrições abertas até 1º de fevereiro de 2009. Destinado ao público universitário, o concurso está na terceira edição e tem como tema a Sustentabilidade. A proposta é que o estudante responda à pergunta: “Qual a sua idéia para melhorar o mundo?”. O autor da frase mais criativa será premiado com uma viagem de volta ao mundo, com direito a um acompanhante e R$ 5 mil para gastar no roteiro.
Os interessados podem participar com quantos formulários desejarem, desde que cada um deles contenha uma frase diferente. A resposta deve ter de 10 a 30 palavras, sob pena de desclassificação. O julgamento será realizado em 21 de fevereiro e os parâmetros utilizados para a escolha da melhor resposta serão: adequação ao tema proposto e ao número de palavras, interesse gerado pela história e uso correto da língua portuguesa.
O Concurso Cultural Santander Universidades não é um sorteio, mas um desafio cultural. Para participar, os interessados devem preencher o cupom e depositar nas urnas espalhadas por todo o Brasil. Mais informações podem ser obtidas no site www.santanderuniversidades.com.br/alunos.
Na última edição, da qual participaram mais de 7,2 mil universitários de 13 estados brasileiros, o Concurso Cultural premiou com um Peugeot 206 a aluna de Direito da Universidade do Vale do Itajaí - Univali, Rafaela Jussara de Jesus. A estudante, que recebeu o prêmio este mês, venceu o concurso com a frase: “Liberdade é poder caminhar e construir sua história, é viver intensamente e só pensar no presente com sabedoria e dignidade.”
Com Informações do Santander (RS)
Via MaxPress
FUSÃO ENTRE ITAÚ E UNIBANCO AUMENTA CONCENTRAÇÃO BANCÁRIA E NÃO BENEFICIA O CLIENTE, ALERTA ESPECIALISTA
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Blog Crônicas/Loja Americanas
O anúncio da associação entre Itaú e Unibanco, nesta segunda-feira, surpreendeu o mercado brasileiro. Unidos, os dois bancos passam a contar com cerca de 4.800 agências e postos de atendimento e 14,5 milhões de clientes de conta corrente - um total que representa 18% da rede bancária e 18% do mercado. Com valor de ativos combinado de mais de R$ 575 bilhões, o novo grupo Itaú Unibanco Holding S.A. se torna o maior do Hemisfério Sul e o 9º maior das Américas em ativos.
A fusão, de acordo com Marcos Crivelaro, professor PhD da FIAP, garante aos bancos maior chance de inserção no exterior e, em termos globais, pode gerar um alívio momentâneo para o mercado financeiro. Segundo ele, porém, a união não trará benefícios reais aos clientes. “Se levarmos em conta a eficiência e concorrência no setor, quanto maior a concentração bancária, menor será o custo dos bancos com folha de pagamento, por exemplo, e maior será a lucratividade nos empréstimos e nas tarifas”.
O especialista destaca que, em 1997, existiam 215 bancos divididos em privados nacionais (142), estatais (27) e estrangeiros (46). Em 2005, dados do Banco Central (BC) apontaram que esse número caiu para 159. A tendência é que o movimento de concentração no mercado brasileiro seja naturalmente mais acelerado devido ao momento atual de crise.
“Esse afunilamento faz com que tenhamos muitas contas concentradas em poucos bancos e, conseqüentemente, reduz a concorrência. O resultado dessa equação é um elevado número de correntistas insatisfeitos com as condições que lhes são impostas e sem uma variedade de opções no mercado”, ressalta Crivelaro, lembrando que dos mais de 150 bancos em operação no Brasil, apenas 10 possuem ativos acima de R$ 100 bilhões.
Marcos Crivelaro está à disposição para entrevistas sobre o tema.
Fonte: CIA DA INFORMAÇÃO
VIa MaxPress
Itaú e Unibanco decidem por uma fusão, criando um dos maiores bancos do hemisfério Sul
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Unibanco e Itaú anunciaram nesta segunda-feira que se unirão para formar um conglomerado com valor de mercado entre os 20 maiores do mundo.
Os bancos brasileiros Unibanco e Itaú anunciaram nesta segunda-feira (3), que se unirão para formar um conglomerado com valor de mercado entre os 20 maiores do mundo. O novo banco deverá ser o maior do hemisfério Sul, segundo comunicado oficial do banco Itaú. Segundo a nota da instituição, a operação “surge em momento de grandes mudanças e oportunidades no mundo, particularmente no setor financeiro”. A operação precisa ser aprovada em assembléia extraordinária de acionistas, pelo Banco Central do Brasil e demais autoridades competentes. Segundo as instituições financeiras, o novo banco resultante da fusão terá R$ 575 bilhões em ativos e patrimônio líquido de cerca de R$ 51,7 bilhões. Contará com aproximadamente 4,8 mil agências, representando 18% da rede bancária; e 14,5 milhões de clientes de conta corrente, ou 18% do mercado.
ESPECIALISTA COMENTA FUSÃO ITAÚ/UNIBANCO
“Diante da crise financeira internacional, dois grandes bancos de varejo brasileiro: Itaú e Unibanco decidem por uma fusão, criando um dos maiores bancos do hemisfério Sul. A fusão proporcionará economia de escala, o que favorecerá as duas instituições. A fusão dos bancos proporcionará maior economia de escala, ou seja, o banco poderá reduzir despesas com funcionários (departamentos).Exemplo disso é atender um maior número de clientes ao mesmo tempo (produtividade). O ponto crucial da crise financeira é o crédito, ou seja, este é o principal produto dos bancos de varejo no Brasil. Para enfrentar a crise, a fusão é uma estratégia interessante frente as perdas de rentabilidade futura que os bancos estão expostos. Economia de escala para o cidadão comum significa um maior número de agências, caixas eletrônicos, um maior leque de produtos e serviços financeiros, maior qualificação de funcionários e etc”, afirma Douglas Pinheiro, coordenador do Curso de Administração das Faculdades Integradas Rio Branco.
Com Informações da Ricardo Viveiros - Oficina de Comunicação
Via MaxPress
BANCOS QUEBRANDO
* Por Sylvia Romano
A declaração do ministro Mantega de que “não há bancos quebrando”, em vez de acalmar, preocupa ainda mais. Toda vez que vem alguém do atual governo manifestar alguma coisa, mesmo sendo mulher - como dizia vovó -, é melhor deixar as barbas de molho.
Até a presente data, ainda não havia sido aventada a hipótese de quebra de bancos no Brasil e, de repente, o ministro aparece negando esta possibilidade. Negação neste governo, como já se viu em várias outras ocasiões, é o futuro de confirmações.
Não dá para entender como um banco possa vir a quebrar, cobrando o que cobra de seus devedores e pagando o que paga a seus investidores e funcionários. O Brasil é o paraíso dos banqueiros, com suas taxas de juros vergonhosas e a divulgação, até o último exercício, dos seus escandalosos crescimentos. O que produz um banco, além da agiotagem? Este, aliás um crime nefando, segundo a igreja católica, pois só quem pode vender o tempo é Deus, e os banqueiros o vendem a um custo inimaginável, cobrando o que chamam de juros, o que vem a ser a mais pura extorsão.
O que também não dá para compreender é uma declaração desta natureza em tão inoportuno e arriscado momento econômico. Tal afirmação é um perigo e poderá acarretar uma corrida aos bancos e uma quebradeira geral. Que falta que faz um bom profissional de comunicação para aconselhar esse ministro a não tocar em um assunto tão complexo e perigoso nos dias de hoje. Essa vontade de aparecer está ficando contagiosa e este contágio, a meu ver, está afetando todos. Todos querem a mídia, todos querem os holofotes, seja falando coisas importantes ou até um monte de besteiras, o importante é ter a cara no jornal.
Essa negação de um provável fato só serviu para chamar a atenção sobre algo que pode vir a ocorrer e, em economia, nada é seguro, vide a ação da presidente da Argentina que acaba de estatizar toda a aposentadoria complementar de seu país. A pequena parcela da população brasileira que ainda tem alguma coisa aplicada em bancos está começando a ficar preocupada. De um momento para outro, começou a sentir que sua provável segurança pode ir por água abaixo. Cautela e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém, mas o que todos sabemos é que sempre onde há fumaça há fogo!
* Sylvia Romano é advogada trabalhista, responsável pelo Sylvia Romano Consultores Associados, em São Paulo.
Home-page : www.sylviaromano.com.br
Senado dos EUA aprova novo pacote de US$ 700 bilhões
O Senado americano aprovou nesta quarta-feira, por 74 votos a 25, a nova versão do pacote de US$ 700 bilhões em ajuda a empresas afetadas pela crise do crédito dos Estados Unidos. Conforme informa o site Invertia com fonte de sites estrangeiros
Os EUA enfrenta uma crise imobiliária há anos( e cá pra nós, se observamos alguns filmes que assistimos de Hollywood, a coisa é antiga), mas só agora, faltando alguns meses para a eleição americana, o Presidente Bush resolve “ajudar” ou , melhor dizendo, se envolver na questão da crise financeira dessas empresas lançando um pacote milionário de “socorro” para permitir que o Governo compre ativos hipotecários podres de bancos em uma oferta para destravar os mercados de crédito e evitar danos maiores às economias dos EUA e global.
Eu não sei bem quem vai sar ganhando nessa “questão” de “ajuda” as grandes empresas em dificuldades financeiras, mas, é de se imaginar que essas mesmas empresas foram, e ainda são, de alguma forma, um meio de “alimentação” das Campanhas de candidatos dos dois partidos. Eu só tenho certeza de uma coisa, lá como aqui quem paga a conta no final, é o contribuinte.
A população mais simples do Brasil, inclusive, essa que resenha esse pequeno comentário, não entende como tudo que acontece nos EUA afeta a todos os países. O que sabemos, é, que, há muito tempo, os preços aumentaram e que o salário de 1 (um) ano atrás não é mais suficiente para as compras básicas de uma família. Se a América têm problemas financeiros, please, resolva, porque nós já pagamos pelos erros dos governantes brasileiros e não queremos pagar pelos desacertos dos Governantes de um país intitulado “primeiro mundo” que nos acha um bando de índio sem cultura, latinos e de terceiro mundo. Podemos ser de terceiro mundo, mas, aqui em nosso belo país, a empresas imobiliárias(contrutoras e afins) seguem com saldo positivo, apesar dos problemas finaceiros que nos afetam, sejam eles interno ou externo.
É a América experimentando sua própria arrogancia, pois, deu prioridade em invadir territórios alheios de olho no Petróleo, ao invés, de olhar para seu próprio umbigo.
Sds…Elaine Paiva
Por que Meu Vizinho Ficou Rico e Eu Não? De Robert Shewin
September 30, 2008 by admin
Filed under Escritores, Finanças, Livros, literatura
Pare de reclamar e faça seu plano para enriquecer
Em Por que meu vizinho ficou rico e eu não?, lançado no Brasil pela Campus-Elsevier, o palestrante multimilionário Robert Shemin revela, pela primeira vez, o que ele chama de os sete segredos para a conquista da riqueza.
Porque algumas pessoas vivem endividadas, enquanto outras parecem ter mais dinheiro a cada dia que passa, apesar de salários parecidos? Qual o segredo das pessoas que vieram do nada e em poucos anos entraram para o seleto grupo dos milionários? Segundo o autor, o segredo está em conseguir se desprender de todos os velhos hábitos de pensar e trabalhar de uma vida inteira e promover uma verdadeira metamorfose na forma de ver o mundo. “A chave para ser receptivo à riqueza é virar suas idéias de ponta-cabeça. Fique com as regras antigas do dinheiro e continue falido. Quebre-as e você enriquecerá”. Afirma Robert.
Muito cedo, a sociedade nos torna bons para seguir ordens, porém péssimos em dar ordens aos outros - e extremamente péssimos para assumir o controle de nossa própria vida. Enquanto isso, aqueles que nunca se encaixam no sistema, acabam sendo os que têm o dom perfeito para construir riqueza.
O livro mostra como o autor, que foi considerado um fracassado nos tempos de escola e por muitas vezes chamado de idiota pelos próprios professores, se tornou um homem rico e bem-sucedido apesar de todas as expectativas negativas, e prova que e às vezes ir contra as regras é, paradoxalmente, a forma mais acertada para se livrar de uma vida de salário a salário.
Com uma proposta inusitada e inovadora de correr atrás da tão sonhada riqueza através do reconhecimento de amigos poderosos, localizando possíveis mentores, guias de riquezas para assim aprender a usar as idéias, o dinheiro e o talento dos outros para construir uma vida de sonhos, Robert mostra que é possível fazer isso tudo sem se tornar um aproveitador. Em apenas algumas páginas com o autor, é fácil perceber porque muitas das coisas que aprendemos a fazer durante toda a vida não funcionam quando o assunto é a conquista da liberdade financeira.
Por que meu vizinho ficou rico e eu não? é um livro que conta a história de um homem que, contra todas as previsões, se tornou rico e resolveu abrir seus segredos para que todos tenham a mesma oportunidade utilizando uma pequena dose de rebeldia.
EDITORA
CAMPUS- ELSEVIER
Categoria: Educação e Referência - Finanças Pessoais
Formato: 16×23 cm
Páginas: 232
Preço: R$ 49,90
Robert Shemin que já foi considerado “o menos provável para o sucesso”, é um multimilionário que faz palestras para centenas de milhares de pessoas anualmente, compartilhando com freqüência o pódio com celebridades como Donald Trump, Robert Kiyosaki, David Bach e Suzi Orman. Shemin trabalhou com o segmento de alta renda na Goldman Sachs, ajudou a criar quatro empresas e esteve envolvido em mais de mil negócios imobiliários.
Fonte: Press Release Activa Comunicação









