SAI O RESULTADO DO CONCURSO DE CRÔNICAS ASTRA
November 3, 2008 by admin
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Premiação contará com a presença do presidente da Academia Brasileira de Letras
O I Concurso Literário de Crônicas Astra foi encerrado com louvor. A ação superou todas as expectativas dos organizadores, tanto em número de participação quanto na qualidade dos textos. As inscrições, que terminaram no dia 22 de agosto, somaram 2.792 participantes de vários estados brasileiros. As crônicas, que foram enviadas até o dia 29 de agosto totalizaram 2.125 trabalhos entregues.
A cidade que obteve mais inscrições foi Jundiaí, com mais de 660 participantes. São Paulo veio em segundo lugar com cerca de 630 inscritos. Dos 20 ganhadores, quatro são de Jundiaí/SP, cidade onde está situada a Astra, idealizadora do concurso.
As obras foram avaliadas por membros da Academia Jundiaiense de Letras e da Aflaj - Academia Feminina de Letras e Artes de Jundiaí. Na etapa final, o presidente da Academia Brasileira de Letras, Cícero Sandroni, participou da seleção dos vencedores.
Cinco primeiros colocados (ordem alfabética)
Arnaldo Pereira da Silva Júnior (Sete Lagoas/MG)
Glaucia Sayuri Tardin Lima (São Paulo/SP)
Hilda Vitório (Joinville/SC)
Rogério Geraldo Lima (Palmeira/PR)
Sílvia Mitie Namba (Jundiaí/SP)
A ordem de classificação dos cinco primeiros colocados somente será revelada na cerimônia de premiação, que ocorrerá no dia 19 de novembro, na Astra, com a presença dos julgadores das Academias e de Cícero Sandroni.
Os ganhadores do 1º ao 4º lugar receberão um laptop e uma impressora cada um e prêmios em dinheiro no valor de R$ 5 mil (1º lugar), R$ 3 mil (2º lugar), R$ 1 mil (3º lugar) e R$ 500,00 (4º lugar). O quinto colocado receberá um laptop e uma impressora.
Do 6º ao 20º colocados (ordem alfabética)
Ana Rosa de Freitas Nalini (São Paulo/SP)
Claudio José Júnior (Vinhedo/SP)
Demerval Franco Frossard (Bragança Paulista/SP)
Fernanda Celeste Silva Pessoto (Campo Limpo Paulista/SP)
Leonardo Corrêa Dantas Avelar (Belo Horizonte/MG)
Márcio Fernando Silveira (São Paulo/SP)
Maria das Dores Oliveira (Ipatinga/MG)
Maria Dolores Gonçalves de Paula (Jundiaí/SP)
Maria Inês Guarda Tafarello (Jundiaí/SP)
Marina Tschernyschew (Guarujá/SP)
Maristela Nazar de Moura (Indaiatuba/SP)
Milton Araújo (Jundiaí/SP)
Rogério Antonio Alves (São Caetano do Sul/SP)
Sheila Schwab Durski Rodrigues (Prudentópolis/PR)
Vicentonio Regis do Nascimento Silva (Maracaí/SP)
Os 20 primeiros classificados terão suas obras editadas em um livro com tiragem de 500 exemplares. Cada classificado receberá dez livros.
O Concurso Literário de Crônicas Astra é um projeto cultural desenvolvido pela Astra S/A Indústria e Comércio com incentivo do PAC (Programa de Ação Cultural). O projeto tem parceria com a Academia Feminina de Letras e Artes de Jundiaí e Academia Jundiaiense de Letras, entidades responsáveis pelo julgamento das crônicas.
Confira o ranking de inscrições:
Total de inscrições: 2.792
Crônicas enviadas: 2.125
Estados com mais participantes:
São Paulo: 2.039
Paraná: 142
Minas Gerais: 123
Rio Grande do Sul: 96
Rio de Janeiro: 92
Cidades com mais participantes:
Jundiaí (SP): 661
São Paulo (SP): 625
Várzea Paulista (SP): 92
Campo Limpo Paulista (SP): 82
Rio de Janeiro (RJ): 51
Fonte: Astra
Home-page : www.concursodecronicasastra.com.br
CONCURSO DE CRÔNICAS ATINGE MAIS DE 500 INSCRIÇÕES
July 21, 2008 by admin
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O Concurso Literário de Crônicas Astra chegou ao seu 19º dia de divulgação com um balanço positivo e motivador para os organizadores. Até a manhã do dia 21 de julho foram 516 inscrições de pessoas de 23 estados brasileiros. São Paulo, Paraná, Pernambuco, Minas Gerais e Rio de Janeiro lideram a lista em número de participantes. A cidade que vem batendo o recorde de inscrições é Jundiaí, com 168 participantes até o momento. Do total de inscritos, 147 crônicas já fora enviadas.
O Concurso Literário de Crônicas Astra é um projeto cultural desenvolvido pela Astra S/A Indústria e Comércio com incentivo do PAC (Programa de Ação Cultural). O projeto tem parceria com a Academia Feminina de Letras e Artes de Jundiaí e Academia Jundiaiense de Letras, entidades responsáveis pelo julgamento das crônicas.
Os quatro primeiros colocados ganharão um laptop e uma impressora cada um e prêmios em dinheiro no valor de R$ 5 mil (1º lugar), R$ 3 mil (2º lugar), R$ 1 mil (3º lugar) e R$ 500,00 (4º lugar). O quinto colocado receberá um laptop e uma impressora. Os 20 primeiros classificados terão suas obras editadas em um livro com tiragem de 500 exemplares. Cada classificado receberá dez livros.
O tema da crônica é o meio ambiente e as inscrições devem ser feitas pelo site www.concursodecronicasastra.com.br até o dia 22 de agosto.
Confira o cronograma:
Inscrições: até 22 de agosto de 2008
Envio das crônicas: até 29 de agosto de 2008
Seleção e julgamento: 01 de setembro a 31 de outubro de 2008
Divulgação dos 20 selecionados: a partir de 03 de novembro de 2008.
Cerimônia de premiação: 21 de novembro de 2008, nas dependências da Astra S/A Indústria e Comércio.
Confira o ranking de inscrições:
Total de inscrições: 516
Crônicas enviadas: 147
Estados participantes: 23
Estados com mais participantes:
São Paulo: 341
Paraná: 53
Pernambuco: 25
Rio de Janeiro: 17
Minas Gerais: 17
Cidades com mais participantes:
Jundiaí (SP): 168
São Paulo (SP): 36
Várzea Paulista (SP): 27
Campo Limpo Paulista (SP): 17
Recife (PE): 13
Home-page : www.concursodecronicasastra.com.br
E-mail : comunicacao@astra-sa.com.br
Fonte: Astra
Corpos idosos e eróticos
March 31, 2008 by admin
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por Contardo Calligaris *
Não é mais ridículo, aos 60 ou mais, querer uma companhia de vida, um amor ou só uma transa
SE ME lembro direito, 20 anos atrás era freqüente participar de conversas animadas em que se discutia a questão seguinte: devemos ou não deixar nossos filhos e nossas filhas adolescentes dormir em casa com suas namoradas ou seus namorados?
Aparentemente, o partido do sim ganhou. Em geral, a razão que ele invocava (e ainda invoca) era a segurança: é melhor que minha filha esteja no seu quarto com o namorado do que em baladas perigosas ou, pior ainda, “brincando” no carro numa rua deserta. Também contava o fato, comprovado, de que um namoro é quase sempre uma experiência mais rica e mais “madura” do que a agitação das turminhas.
Naquelas conversas dos anos 80, eu ficava em cima do muro e torcia, de leve, pelo partido do não. Achava problemático que os adolescentes tivessem uma espécie de vida conjugal sem ter conquistado sua autonomia: para juntar-se com um parceiro ou uma parceira (a ponto de dormir na mesma cama com ele ou com ela a cada noite ou quase) seria melhor, primeiro, não precisar mais se definir como filho ou filha. Leia mais no Verdes Trigos Org
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December 28, 2007 by admin
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Por Contardo Calligaris *
Na era do darwinismo digital das idéias, o jeito de sobreviver é fazer barulho, ocupar espaço
NAS ÚLTIMAS semanas, revisei manuscritos em inglês e em português. Em português, sou enganado pelo meu passado francófono. Em inglês, meu ouvido está enferrujado.
Nos dicionários, a gente nunca encontra exemplos que confirmem exatamente a legitimidade da expressão que queremos usar. Ou, pior, a gente confia em exemplos antigos e acaba usando expressões esquisitas porque Machado já as usou. Fazer o quê? Posso recorrer à internet. Quero saber se uma regência nominal é “boa”? É só digitá-la entre aspas na barra do Google e repetir a experiência com regências alternativas. Adotarei a mais usada.
É claro, dessa forma, a freqüência do uso sempre valerá mais que a regra. Mas, afinal, em matéria de gramática, o que é a regra, se não a formalização do uso?
Por esse caminho, a longo prazo, acabaremos escrevendo à força de clichês, numa língua empobrecida. Não seria muito grave (sempre haverá poetas para inventar novos jeitos de se expressar) se uma coisa parecida não acontecesse com as idéias. Como assim?
Saiu, em 2007, “The Culture of the Amateur” (a cultura do amador), de Andrew Keen. Keen não é um tecnófobo; ao contrário, é uma figura do Vale do Silício e colabora com publicações on-line. Apesar disso (ou por causa disso), ele escreveu uma ata de acusação contra a constituição e a difusão do saber na internet. Leia mais no site Cultural Verdes Trigos Org
Suspiros de 2007 e o que esperar de 2008
December 21, 2007 by admin
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Por Chico Lopes
Meus leitores sabem que sou mais de ver ou rever filmes em DVD do que de ir aos cinemas porque, decididamente, não tenho espírito novidadeiro o bastante para achar, entre os tantos lançamentos, algum que me pareça mais digno de atenção. Os filmes, na atualidade, chegam rápido ao formato DVD e, tendo passado o tempo de barulho, de “sucesso”, sofrem certa decantação (ela também mais acelerada, em que pese o paradoxo) e pode-se escolher melhor. O que não nos isenta de decepções, porque, hoje em dia, há muito mais publicidade que qualidade. Os outdoors, capas de revista, páginas da Internet, obas aqui, obas acolá, dão a impressão de que cada filme que sai é imperdível. É a ilusão de um mundo excessivamente consumista onde o excesso de sinais pretensamente qualitativos a todos engana.
Nessa floresta de chamarizes falsos, é preciso ter certa resistência crítica que chega a parecer estoicismo e escolher com frieza.
O hábito de ver e trabalhar profissionalmente com filmes dá considerável fadiga nesta época, quando todo mundo se põe a fazer listas dos melhores do ano, encontrando certas unanimidades e estranhando quando alguém não dá muita bola pra elas.
Eu não me abalo. Creio que, ecoando o “ficou chato ser moderno/agora serei eterno”, de Drummond, procuro mais o que é sólido nesse mar de futilidades e descartes automáticos que nos assola. Simplesmente, Will Ferrell e Adam Sandler e não sei mais quem ainda não me convenceram de que são comediantes ou atores minimamente interessantes - ninguém pode superar Jack Lemmon ou Jerry Lewis nesses momentos e, se uma mesma locadora dispõe de títulos novos e antigos, e o usuário que entra conhece bem o cinema do passado, só entrará em fria vendo coisas novas se quiser. Leia mais no Verdes Trigos
Parceria Verdes Trigos Org
December 12, 2007 by admin
Filed under Crônicas Literárias, Livros, literatura
MARCELO BIRMAJER: uma entrevista exclusiva para VerdesTrigos.
VerdesTrigos atravessou a fronteira da lingua portuguesa, é muito lido e acessado por visitantes de lingua espanhola: da Argentina, Uruguai, Paraguai ou Bolivia, entre outros. Motivo pelo qual temos recebido emails de visitantes destes paises amigos, que querem nos conhecer e também dar-se a conhecer. Da Argentina, tivemos a grata satisfação de ler “Histórias de Homens Casados“, do escritor Marcelo Birmajer, cujo livro inicia com “Um conto de Natal”. Absorvido pela prazerosa leitura, adquiri “El Once“, em lingua espanhola, as histórias do bairro de Once, em Buenos Aires, onde se criou Marcelo Birmajer e onde se passa quase a totalidade de sua ficção. Em “El Once”, o leitor encontra o retrato deste populoso e singular bairro portenho, tanto do ponto de vista afetivo e pessoal do autor.
Assim, através da jornalista argentina ZaiDe Moz, Verdes Trigos entrevista Marcelo Birmajer:
MARCELO BIRMAJER
EL ARTE DE CONTAR HISTORIAS
Escritor, periodista y guionista, Marcelo Birmajer nació en Buenos Aires un 29 de noviembre de 1966. Muy jóven publicò en el periòdico “Nueva Presencia” y fue corresponsal en Argentina de la revista israelí “Nueva Aurora“.
LEIA A ENTREVISTA EXCLUSIVA (em espanhol)
Escritor americano transforma o assassinato do lendário Jesse James em literatura
December 6, 2007 by admin
Filed under Crônicas Literárias, História, literatura
Lançamento da Editora Novo Conceito, simultâneo à estréia nacional do filme, convida os leitores a conhecer a fundo a história de um dos fora-da-lei mais famosos do mundo
Ao mesmo tempo em que a indústria do cinema reconta num faroeste contemporâneo do diretor Andrew Dominik a história do famoso fora-da-lei americano Jesse James, a Editora Novo Conceito coloca nas livrarias o livro de mesmo nome, O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford, do autor Ron Hansen – que fez parceria com Dominik no roteiro do longa.
Conhecer a história do célebre pistoleiro Jesse James (1847 – 1882), que virou uma lenda mundial após sua morte, é um convite tão irresistível como ver esse personagem ganhar vida no cinema na pele de Brad Pitt.
O autor consegue explorar esse mito do Velho Oeste norte-americano e apresentar detalhes da saga do famoso pistoleiro numa descrição tão precisa e cruel quanto poética.
Afinal, nada ficou como antes depois da passagem de James. Ele, seu irmão Frank e seu bando de pistoleiros viviam uma louca aventura de tiroteios estrondosos, fugas a galope, saques e roubos. Após ingressarem na guerrilha confederada, eles trilharam sua vida no mundo do crime, aproveitando-se de uma época de caos após o fim da guerra em 1865.
James, um homem carismático, ao mesmo tempo supersticioso e temperamental, também é considerado por muitos historiadores o melhor cowboy de todos os tempos a utilizar uma arma. Além de seu gatilho-relâmpago, James também era temido por seu gênio.
O livro também transforma em celebridade o seu assassino – Robert Ford, um jovem membro de sua gangue tomado por sentimentos contraditórios em relação a James. Se ora o admirava, o adorava, também queria matá-lo a sangue vivo, em nome da cobiça. E foi isso que fez, ganhando então a fama de covarde. No íntimo, passou o resto de seus dias como homem atormentado pelo assassinato que cometeu.
Press Realase: ComTexto Comunicação corporativa
O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford
Autor: Ron Hansen
Tradutor: Samuel Dirceu
Editora: Novo Conceito
ISBN : 8599560255
ISBN: 978-85-99560-25-9
Nº de páginas: 336
Preço: R$ 39,90








