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Experiência com o acelerador de partículas que será realizada hoje quer compreender Big Bang

O acelerador de partículas mais poderoso do mundo, LHC será lançado nesta quarta-feira, no CERN, a organização europeia de pesquisa nuclear, com sede em Genebra. O objetivo é tentar compreender as origens do universo.

Funcionário do CERN e o modelo do acelerador

Funcionário do CERN e o modelo do acelerador

O Large Hadron Collider (LHC) é um túnel subterrâneo entre a Suíça e a França, com 27 quilômetros de comprimento, onde serão recriadas as condições registadas depois do Big Bang, fazendo-se colidir dois feixes de partículas, quase à velocidade da luz.

A experiência, idealizada ao longo dos últimos 20 anos e com a participação de uma grande equipe de especialistas de todo o mundo, está a sendo muito criticada pelos mais céticos, que acreditam que o LHC não é mais do que “uma máquina do Juízo Final”, que pode destruir o planeta.

O projeto, de nove mil milhões de dólares (perto de 6,37 mil milhões de euros), pode criar buracos negros no universo, que, posteriormente, conseguiriam “devorar a Terra”. Contudo, os cientistas do CERN rejeitam a teoria e avançam que a experiência pode “mudar toda a concepção” que a humanidade tem hoje sobre a formação do universo.

O professor Otto Rössler é um dos que advertem contra os eventuais efeitos destrutivos da experiência. Acadêmico de longa trajetória e membro do Instituto de Química Física e Teórica da Universidade de Tübingen, ele tem se confrontado ativamente com a comunidade científica.

Com Informações da Deutche Welle

Leia entrevista com Nobel de Física Frank Wilczek sobre o LHC

Cientistas iniciam simulação da Criação do Universo - Globo Online

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